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terça-feira, 30 de novembro de 2010

VIVA O M 113 !

Um grande aliado dos policiais do Rio, o M 113, foi um grande sucesso nessa grande 'faxina' que passou a cidade maravilhosa...Pela TV podemos ver os cariocas mais tranquilos e felizes, o Rio voltando a ser aquele Rio cantado pelo Poetinha...
Essa reprtagem acabei de ler no Ig e fico muito feliz por mais essa vitória do Rio de Janeiro.

Entre drogas e armas, tráfico perde pelo menos R$ 23 milhões

iG calculou a quantia perdida por traficantes em apreensões feitas pelas polícias no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro

Vinte e três milhões e seiscentos e seis mil reais. Essa é a estimativa mínima de dinheiro que traficantes da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, perderam em apreensões de armas e drogas feitas pelas polícias civil e militar desde quinta-feira até esta segunda-feira (29).Os cálculos foram baseados na arrecadação mínima da venda de maconha e cocaína, além do prejuízo com a perda de armamentos, que são obtidos pelos traficantes por um preço até 10 vezes maior que a venda comercial para as Forças Armadas.

O maior golpe das polícias foi em um dos principais produtos de lucro dos traficantes: a maconha. Em cinco dias, foram apreendidas 36,250 toneladas da droga, uma perda de, no mínimo, R$ 18,125 milhões em venda.

De acordo com o titular da Dcod (Delegacia de Combate a Drogas), Pedro Medina, um quilo da droga prensada, após ser transformado em trouxinhas para o varejo, pode ser vendido de R$ 500 a R$ 2 mil. “Um tablete de maconha pesa cerca de um quilo. Se misturado a outras substâncias, esse mesmo quilo pode render até cinco da droga. O preço varia de acordo com a pureza da maconha”, disse.
Ainda de acordo com o policial, que está há dois meses a frente da especializada, a cocaína é o entorpecente que tem a maior relação de quantia e lucro. O faturamento de um quilo da droga, após ser vendido nos chamados sacolés, varia de R$12 mil a R$ 15 mil.
Durante as operações, foram apreendidos 285 quilos de cocaína. Ou seja, o tráfico deixou de arrecadar, calculando como base o preço do quilo a R$ 12 mil , pelo menos R$ 3,420 milhões.
Segundo Medina, não é possível fazer uma estimativa do lucro mensal do tráfico de drogas, mas as apreensões e a perda do território foram determinantes para desarticular um ciclo de violência. “Com essas apreensões eles não têm dinheiro para comprar armas e, assim, não tem poder para subjugar moradores”, afirmou.

M 113

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